Mostrando postagens com marcador Superior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Superior. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Superior (Jornalismo)




Boa noite, galera!

Aproveitando o feriadão da Semana Santa (obrigada, Senhor!) estamos de volta, dessa vez, com um post especial da seção Superior. Eu (Sabrina) havia comentado rapidamente na Caixinha de Correio de toda a correria que fez com que meio nos afastássemos daqui do Poetiza o Amor... Estudos, trabalho e mais estudos.

Para começar, ano passado, mais precisamente no dia 10 de janeiro, graduei-me em Letras na Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA, aqui mesmo em Sobral, minha querida cidade. No mesmo ano comecei a trabalhar como professora de Português. Aí vocês podem imaginar como funciona a vida de uma professora, com tantas redações e provas para corrigir, diários, planos de aula, estudar o conteúdo, planejamento, blá, blá... Uma experiência nova e desafiadora. Passei ainda mais a valorizar o meus professores, são realmente uns heróis. Não é brincadeira não! Rsrs' 

Bom, formar-se é a realização de um sonho. Passar 4 anos e meio em uma universidade, sentir muitas vezes toda aquela pressão das provas, seminários, artigos e, finalmente, a tão temida monografia... Podem acreditar, valeu a pena! Sem falar que foi nesse período que conheci pessoas extremamente maravilhosas, que até hoje mantém contato comigo e quem melhor para falar do que as que administram este blog - Terezinha, Giulliane e Sabrina?! O Poetiza o Amor foi ideia da Terezinha e me senti muito honrada ao ser convidada (junto com a Giully) para também fazer parte desse espaço onde podemos compartilhar com vocês nossas reflexões, impressões acerca de uma obra, um livro, uma poesia e demais assuntos. Tem sido incrível cada momento, cada risada e discussões para o que melhor escrever e como.

Em todo esse período pós formatura eu tinha outro sonho, volta à sala de aula para cursar Jornalismo. Naquele tempo era mais como uma ilusão, pois nas universidades e faculdades daqui ainda não havia um curso de comunicação social. Mas depois, me agarrei à esperança de que chegaria em breve, pois havia rumores. A Giully que o diga, não é mesmo, amiga? Rsrs' 

E meu desejo torna-se realidade. O curso de Jornalismo chega a Sobral em 2013 através das Faculdades INTA (Instituto Superior de Teologia Aplicada). Nem precisa perguntar qual foi minha reação, né?! Mas infelizmente não pude fazer minha inscrição no primeiro vestibular. Tudo bem, podia esperar até o próximo semestre!
   
Chegando novamente o período de inscrições, não pensei duas vezes e fui me inscrever como costumamos dizer, com a "cara e a coragem", porque não deu pra estudar muito. Mas e lá vamos nós!

No dia da prova, impossível não ficar nervosa, mas graças a Deus deu tudo certo. Como sempre, fui uma das últimas a terminar. kkkk' Pronto! Só esperar o resultado agora. E para vocês perceberem um pouco da minha surpresa:


Fiquei extasiada!! De 50 vagas ficar na 1º colocação é uma bênção! Só tenho a agradecer a Deus. Jamais me esquecerei do dia do resultado que, aliás, saiu mais cedo do que eu esperava. Soube através de um amigo que publicou no meu perfil do Facebook. Geeente, chorei de emoção! Rsrs' 

Bom, o resto vocês já sabem, prazo para matrícula e demais burocracias... Comecei a estudar no dia 20 de janeiro. Começando 2014 com tudo!


Estou muito satisfeita com o curso, podendo conhecer mais da rotina de um jornalista, que tem lá as suas dificuldades (qual profissão não tem, não é mesmo?), mas também de sua importância como profissional para a sociedade. Estou me apaixonando cada vez mais pelo universo das letras, estando num curso que exija leituras e mais leituras, escrever e escrever, ideias colocadas em ação, apuração do que vale a pena ser notícia e de estar inteirado a tudo o que nos cerca. Sem falar na galera que tenho conhecido e feito amizade e dos professores que trazem experiências muito ricas.

Serão 3 anos e meio que espero sim completar da melhor forma possível para ser reconhecida como uma profissional e poder contribuir de algum modo, fazendo aquilo que gosto. Muitos estudos e matérias me esperam, acompanhados de uma bela xícara de café, como também noites sem dormir (é, faz parte! Haha').

Seria mais propício ter feito esse post no dia 7, quando é celebrado o Dia do Jornalista, no entanto, era isso que eu desejava compartilhar aqui. Agradeço a todas as pessoas que torceram por mim, minha família, amigos e minhas queridas poetisas Tê e Giully. Sem o apoio de todos eles, seria tudo bem mais difícil.

E vocês, qual a carreira que desejam seguir? Todos nós sabemos que estudo é algo sério, pois o mercado de trabalho está cada vez mais exigente. Não deixem de comentar aqui também as suas impressões e sonhos, gostaríamos de saber. =)

Até a próxima!

Sabrina Sousa





segunda-feira, 3 de junho de 2013

Superior (2ª parte)


Hello!

Mais uma vez venho aqui escrever um pouquinho sobre minhas recordações acadêmicas...
Marília/Jocely/Germagna/Regina/
Georges/Damares/Fábio/Geísa/Eu/
e Prof. Tupy
Recordar é tão bom! Nossa, é prazeroso, nos deixa mais leves e satisfeitos conosco mesmos quando temos a oportunidade de reviver em pensamento algumas situações vividas.

No primeiro semestre de faculdade estudávamos em uma sala enorme com mais de 100 alunos. A turma era composta dos cursos de Enfermagem, Letras Português e Letras Inglês. As disciplinas consistiam em noções básicas com relação à Universidade.

2009

O recesso que tivemos para o segundo semestre não foi mais que 15 dias. Mal deu tempo de respirar. Mas como  eu estava ingressando no ensino superior, pouco importava. Eu estava mesmo era encantada com esta nova etapa da vida. Quando retornamos as turmas de Letras tanto inglês, quanto português ficavam na mesma sala, pois tínhamos muitas disciplinas em comum (isso até o 2º ano de faculdade).


Como era muuuito tímida (e ainda o sou bastante!) não fiz muitas amizades. Passava as aulas e o intervalo com um amigo da minha cidade que fazia o curso de Letras Inglês. Com ele dei muitas risadas. Chegou a cair a minha pressão de tanto rir. (Rodrigo, muito bom te conhecer!). Ele é o tipo nerd, palhaço, descarado, sarcástico, louco e uma ótima pessoa.

Com essa história de fazer curso de licenciatura, óbvio que eu tinha que me acostumar a falar em público. Foi dose! Mas com o tempo fui me acostumando. Estudos, trabalhos em equipes... Até que fui me aproximando devagarzinho de um grupinho ali no canto, no fundo da sala...

Um belo dia, tínhamos acabado de (não me recordo direito se trabalho ou prova) concluir um trabalho em grupo e uma das moças desse grupo (louca, fascinada, desesperada por fotos) estava com uma câmera digital e disse sua típica frase que perdura até hoje: "Vamos tirar foto?!". Linda! A Sabrina Sousa é um encanto... Mas não pense que foi ela quem me "puxou" para o grupo, não... Foi a Denise Victor (muito dinâmica e simpática) quem disse para mim: "Vem com a gente, tirar foto também!". Eu (como sempre) fiz cara que não estava muito afim, mas acabaram me convencendo... Olha só! A partir desse dia "colei" nas "muchísimas" (Sabrina e Giulliane) e nunca mais nos afastamos.
Denise/Sabrina/Terezinha/Giulliane
O ano de 2009 foi um ano light. Sem grandes acontecimentos (fora o fato da amizade das "garotas do blog" começar a crescer). Ah! Lembro, também, que um rapaz que estudava comigo me pediu em namoro. Que louco! Eu nem conhecia direito. Disse um não de uma forma tão estranha. Foi aí que eu percebi que eu era muito fria, quase sem coração. Mas não vou detalhar aqui. Pode ser que ele esteja lendo também.

2010

Minha gente, 2010 foi O ano, ou melhor o primeiro de Os anos...
Aqui inicia-se a saga de micos pagos pela minha pessoa...
E pra começar o ano vou logo relatando um das situações mais intrigantes e malucas que já passei. 

Meu pai pediu para que eu fosse até um estúdio de revelação fotográfica para buscar uma encomenda para ele. Me deu o dinheiro da encomenda e do meu transporte (moto táxi). Muito bem! Eu, esperta como achava que era... estudante universitária, que junta moedinhas para comprar o lanche e pagar as xerox das aulas, pensei: "Se eu for à pé, posso economizar esse dinheiro"... E lá vou eu, alegre e sorridente para Sobral. Primeiro fui na Universidade, lanchei e como faltava quase 1h para iniciar a aula, daria tempo eu ir à pé e voltar de moto. A distância era de mais ou menos 8 quadras. 

Comecei caminhando... Na 2ª quadra, logo... "Pà"... minha rasteira quebra. Que triste! E não dava nem para sair arrastando porque foi justamente onde os dedos seguram o calçado. Resultado: tive que jogar fora e andar descalça. O porém é que até as 8h nenhuma loja ou mercantil de Sobral abre, então não dava sequer para comprar um par de chinelos. Fiquei morta de vergonha... As pessoas passavam e olhavam direto para os meus pés... Minha mente ficava me consolando dizendo: "Relaxa! Eles vão pensar que você está pagando promessa!"... Que loucura!

Depois de mais umas duas quadras passo em frente a uma casa, onde uma mulher estava a varrer a calçada. Pergunto a ela onde encontrar um mercado, merceria, qualquer coisa onde pudesse comprar chinelos... Ela diz que o mais próximo era virando a direita a umas duas quadras... (Aff! Penso, eu! Puxa, se eu fosse aquela mulher teria dado meu próprio calçado! Se não tivesse sobrando na minha casa, daria aquele mesmo ali, que eu estava usando... Cada pessoa sem humanidade!)... Caminho mais um pouco e encontro a mercearia que ela havia me informado. Chego para o dono e peço: "Meu senhor, você tem aí uma rasteirinha, Havianas, Dupé, seja lá o que for que eu possa calçar?" e ele me responde que não, que não vendia essas coisas. Que desolação! Uma vontade de chorar!! Eu sou tão sensível e essas coisas acontecem comigo!!

Tudo bem! O jeito é ir descalça para o centro de Sobral, mesmo. Chego no centro. As lojas estão fechadas, mesmo com a intensa movimentação de pessoas na cidade. Sento em um banco de uma praça que ficava em frente ao tal estúdio. O estúdio abre. Mas eu não iria pagar o mico de entrar lá descalça, né?! Esperei alguma loja de calçados ali por perto abrir primeiro. Enquanto isso, fico rezando, pedindo para ninguém prestar atenção em mim: "Me torne invisível, me torne invisível!"... Uma garotinha senta na outra ponta do banco com sua mãe. Ela olha para mim, para meus pés, e depois para a mãe dela e pergunta: "Mãe, essa menina não tem sandália não! Ela é pobre?"... Trágico!!! (Oh, Céus!)...

Finalmente uma loja abre e eu entro e peço a rasteira mais barata que tivesse na loja. Detalhe que a mais barata custava praticamente a mesma quantia que meu pai havia me entregue para pagar as fotos. Ufa!! Fui ao estúdio, trouxe as fotos e combinei de fazer o depósito, já que eu tinha gastado o dinheiro... Que dia louco!!! Que dia!!!

Já na universidade, no intervalo, estávamos um grupo de meninas dentro da sala. Não me recordo bem se foi a Giulliane ou a Sabrina que disse: "Olha! A Terezinha tem a sandália nova de não sei quem!". Como se já não bastasse o que eu tinha passado, as meninas ainda percebem minha sandália.

E mais estudo, e mais trabalho... aulas, aulas e aulas...

No fim do primeiro semestre de 2010, outro mico... E um dos mais constrangedores (se não o mais) da minha vida... Não vou detalhar muito. Acho que não há necessidade. É! É isso mesmo que você pensou, aí! Rasguei minha calça!!! Rasgou mesmo!! Pra valer!!!

Estou assistindo aula, quando meu celular toca. Levanto para atender a ligação do lado de fora. Nisso meu lápis cai no chão e penso: "Quando voltar eu apanho". Retorno à sala, sento e me lembro do lápis. Me abaixo para pegar quando "crack"... minha calça engancha em um prego na carteira e rasga... Que vergonha!!! Fico pensando se alguém escutou o barulho... Espero até a hora do intervalo. Sorte que eu estudava pela manhã, se não...!! Eu estava sem créditos, então não podia ligar para o cara da topique vir me pegar na Uva. Como minha mãe não recebe chamadas a cobrar, tive que ligar para o meu pai, mas como estava com vergonha de contar o que aconteceu, peço para ele telefonar para minha mãe e pedir que ela me ligue. Quando ela me retorno, faço logo aquele dramalhão e peço para ela ligar para o tal cara da topique. Mas... e agora?! Como chegar até os portões da UVA? São mais ou menos uns 5min da sala até lá... Eu vou desfilando com tudo aparecendo?!

As garotas do Blog não estavam na sala. Tinham ido à Biblioteca. Chamo outra menina, conto o que aconteceu e peço sua ajuda. Ela me dá a ideia de usar a alça grande da bolsa (que eu nunca usava) para coloca-la como se fosse uma bolsa à tiracolo. Mesmo assim não fui suficiente, pois como me levantei, o rasgão aumentou. Que triste! Era mais de um palmo! Mas ela ia sempre do meu lado, meio que atrás de mim, para disfarçar. Deu certo, graças a Deus!! Depois desse dia nunca mais ando com essas alças grandes fora da minha bolsa. Afinal, nunca se sabe!! 

Essas meninas (Sabrina e Giulliane) são malvadas! Em uma exposição de quadros que fomos visitar, fizeram eu tirar essa foto em homenagem àquele dia de mico (detalhe que a bolsa que aparece é justamente aquela que me salvou):

Nós com o artista, autor das obras.
Gláucia/Terezinha/Luzirene/o Pintor (não lembro o nome)/
Leila, minha salvadora/Sabrina/Giulliane
No mais... Só muito estudo mesmo! No fim do ano, fizemos uma confraternização... Inventamos um amigo secreto e tinha um rapaz que quase não ia às aulas... Ele disse que iria participar da brincadeira, sim... Mas quando foi se aproximando o dia marcado, ele já não aparecia mais... O pessoal da sala queria tirar o nome dele, mas eu, boa samaritana que sou, convenci-os que isso seria injusto para com ele, já que o mesmo já havia confirmado. Resultado: Quem tinha ficado com meu nome na brincadeira era ele... e eu fico com um presente masculino... (Vai de novo! Aff!)...
Essa turma foi a que prosseguiu até o 8º período
Terezinha/Leila/Giulliane/Sabrina/Alice/Diana/Lívia/
Aldenir/Valdiney/Ianne/Camila/Aciza

Bem... acho que por hoje já está bom, né?!
Muitas recordações!! 

Até o próximo capítulo!!



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Superior (1ª parte)



O dia da formatura... a tão sonhada formatura... se aproxima... pouco mais de um mês...

Quanto mais perto esse dia fica, mais pensativa fico também...
Vivi tantas situações nesse tempo. Foram quase cinco anos de faculdade. 
Muitas mudanças... um grande crescimento... grandes amizades... diversas descobertas...

Todo ser humano, em qualquer situação que passe, aprende, mesmo sem querer, algo de proveito (que mesmo que não utilize fica armazenado para vir à tona na hora certa). Então, uma experiência assim não poderia gerar poucos frutos...

Irei, nos próximos posts, compartilhar com vocês minhas experiências acadêmicas - alegrias, tristezas, micos, lições...

(Peço perdão antecipado às pessoas que aparecerão nas imagens que publicarei. Eu sei, eu sei! Mas eu também não estou nenhuma Miss nas fotografias, então... Galera, é uma coletânea de memórias... É só pra lembrar e perceber o quanto mudamos...)

Relembrar é reviver. Então faço dessas linhas minha viagem no tempo.

Na véspera do vestibular
(Tatianna/Terezinha/ Marilya)
Vestibular. Não achei difícil, mas também não significa que não foi fácil. Sempre fui uma boa aluna. Nunca tive dificuldades de aprendizagem, de modo que não me sentia insegura para a realização da prova. Nervosismo? Muito. E como! Começou quando, no dia, pela manhã cedinho, me arrumei e fui ao local da prova. Vi tanta gente, mas tanta gente, que começou logo na porta do apartamento, o estômago "embolar".  Entrei no prédio, mas não conseguia encontrar minha sala. Imagine aí... Chegando a hora da prova e eu rodando, perguntando a um e a outro a sala tal. (Ufa! Encontrei!) Lembro-me que quando sentei na cadeira, enquanto esperava o horário para a entrega do caderno de provas, fiquei olhando para um lado e para o outro pensando: "Esse, esse e esse estão concorrendo comigo. Esse tem cara de nerd (ai, meu Deus!). Esse não, parece que não sabe nada. (Ai, que besteira é que eu estou pensando? Quem não sabe nada sou eu!)..." Pois é... Fiz as provas da manhã... Voltei para o AP das minhas amigas, almocei (estava com uma baita dor de cabeça)... conversamos sobre as provas... Hora de me arrumar para a segunda fase... Deu tudo certo! Saí da sala satisfeita e sorridente, feliz por ter escolhido o curso certo! Cheguei em casa jubilosa comigo mesma. 

Ansiava o dia do resultado. O engraçado foi quando eu soube. Esperei tanto por esse dia, mas não fui ao cyber para conferir. Tinha decidido que iria no outro dia, após o resultado. À noite, já tinha até me esquecido, quando o celular toca... Fui correndo... estava até mastigando ainda... Era uma amiga minha dizendo sobre a minha colocação. Não acreditei. Ela dizia: "Mulher, parabéns! 7º lugar! Uhhull". E eu "Não! Tem certeza? Não foi o 7º lugar dos classificáveis?"... É claro que não era. Fiz ela ler tudo... Nome completo, número de inscrição, tudo... Era verdade!! Quem disse que eu consegui terminar de jantar? Era uma misto de vontade de chorar e dar gargalhadas, que ninguém entendia minhas expressões...

2008.2

Esperando o ônibus na praça
(+ ou - às 5:15h da manhã)
Terezinha/Lilian/Ramayana/
Dávila/e alguém que não conheço
Primeiro dia. Me senti adulta... Responsabilidades maiores, estudos... Mas eu era tão tímida, tão calada, a cara tão fechada... Sabe aquela ideia, sem noção de que quando vamos estudar temos que ir com calça jeans e blusa branca? Pois é! Eu tinha essa ideia e fui. Moro em outra cidade, então vamos pra faculdade de ônibus (Detalhe que acordávamos às 4h da manhã porque saíamos de Ipu às 5:15h). Quando cheguei em casa (mais de 13h) foi que percebi: as costas da minha blusa imundas... que horror! O ônibus era precário! Triste! Cadeiras quebradas... uma situação de descaso... Passou! (Essa rotina de horários me perseguiu até 2011).

A primeira semana voou... Eram só palestras para nos acostumarmos e entendermos melhor a universidade. Daí iniciaram as aulas, os trabalhos, as cobranças... Descobri que os professores de faculdade cobram aquilo que não dão. Aqui, as coisas são diferentes. É o aluno quem tem que ir atrás. Simplesmente um tema é lhe dado e você se vira. Difícil!

Terezinha/Georges/Geísa/Jocely/Joélya/
(não me lembro)/Fábio/Conceição/
Édylla/Germagna/Regina/
Marília/Damares
No primeiro semestre "matei aula" pela primeira vez. Ou pelo menos, tentei. Sempre procurei não quebrar regras. Tínhamos um trabalho em equipes na disciplina de Ética. Combinamos de ir estudar e organizar as tarefas da apresentação na casa de um dos membros, ali pertinho, ao lado da UVA. Fiquei (obviamente) preocupada, pois não iríamos assistir a aula de "Metodologia do Trabalho Científico", mas fui mesmo assim... Organizamos, estudamos, tudo certo! Voltamos o mais rápido possível. E surpresa. Para a minha felicidade, no dia que resolvo matar aula, o professor também resolve não ir... Isso não foi incrível?

Nesse primeiro período também, o primeiro livro que li na faculdade veio a ser o mais importante na minha vida acadêmica: O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Foi o livro que utilizei em meu artigo monográfico. Quando li me encantei. mal sabia eu que seria ele o motivo de muitas noites mal dormidas.

O primeiro semestre passou muito rápido. Mal senti. Continuei séria e não fiz nenhuma "amizade". Só conversava o básico para me informar sobre algo próprio das aulas. As disciplinas que cursei nesse período eram disciplinas gerais, sem ligação direta com meu curso. Mas era só o começo... Sem contar que as situações mais loucas e engraçadas que já passei foram na universidade...

Até os próximos capítulos...!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...